quarta-feira, 20 de abril de 2016

19 de abril - Dia do Índio

Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através de decreto lei.

De facto, em abril de 1940, realizou-se, no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois há séculos que eram perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.
 No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Assim para assinalar a importância deste dia, na biblioteca da escola sede, decorreram algumas sessões, dinamizadas pela  Dr.ª Cristina Araújo, professora  e antropóloga, que visaram a reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção das suas terras e do respeito pelas suas manifestações culturais. 





segunda-feira, 18 de abril de 2016

Encontro com o escritor Richard Zimler



Decorreu, no dia 18 de abril, o encontro com o escritor Richard Zimler na Biblioteca da Escola Básica do Susão. 
O escritor fez a apresentação do livro Se eu fosse para os alunos do 1º e 2º anos. Foram duas sessões muito animadas. Os alunos acrescentaram outras sugestões para "se eu fosse..." em que revelaram muita criatividade e humor.
No final, Richard Zimler autografou os livros comprados pelos alunos.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Exposição: "O Príncipe Nabo"

Os alunos do 5º B, orientados pela Professora Elvira Fernandes e com a colaboração das famílias, realizaram um conjunto de trabalhos sobre a obra "O Príncipe Nabo" de Ilse Losa. Esses trabalhos que revelam muita criatividade e mestria estão expostos na biblioteca escolar e merecem, seguramente, uma visita.


Encontro com o escritor João Pedro Mésseder

Decorreu, no dia 14 de abril, na biblioteca escolar, o encontro com o escritor João Pedro Mésseder. Assistiram os alunos do 5º A, 5º C, 5º E, 5º J, 6ºC e 9º H, acompanhados respetivamente pelas professoras Adosinda Paulos, Rosário Silva, Elvira Fernandes, Sílvia Viana, Fátima Costa e Paula Vieira.
Os alunos preparam várias atividades para este momento: a Mara e o Francisco do 5º E  dramatizaram o conto "Pedro Malasartes e a fiada de disparates"; o 5º E apresentou, ainda, o Super JPMatik;  o 5º J declamou um poema; o 6º C fez a leitura expressiva de um excerto da obra "De umas coisas nascem outras".


Sacos de Leitura

A Biblioteca Escolar tem à disposição dos professores dois "Sacos de Leitura" com uma seleção de livros para os alunos do 2º e 3º ciclos destinados a atividades de complemento e/ou
enriquecimento para aqueles que terminam mais cedo as atividades propostas para a sala de aula.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Encontro com o escritor Richard Zimler

Apresentação do seu livro Se eu fosse..., dia 18 de abril às 10h e 11h.30 min. na Biblioteca da EB do Susão:




SINOPSE

Se eu fosse…é um livro que encoraja as crianças (e talvez os seus pais também!) a ultrapassarem as suas limitações. Este livro convida os mais jovens a nadarem como um peixe tropical ou a cantarem como um melro – ou até mesmo afastarem os banhistas da praia com o “sorriso” de um tubarão!

OUTROS EXEMPLOS:


Se eu fosse um melro, podia cantar o tempo todo e nunca ninguém me pediria para calar o bico!

Se eu fosse um morcego, podia dormir de pernas para o ar!

Se eu fosse uma borboleta, podia fazer a minha sesta na flor mais linda do mundo!

Se eu fosse um polvo, podia tocar trompeta, violino, pandeiro e piano, tudo ao mesmo tempo!

Se eu fosse um cão, podia andar a cheirar toda a gente, para saber quem cheirava melhor (e pior)!


Biografia de Richard Zimler

Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Desde 1996, publicou dez romances, uma coletânea de contos e dois livros para crianças.

Os seus livros editados em Portugal – por ordem cronológica – são:
O Último Cabalista de Lisboa, Trevas de Luz, Meia-Noite ou o Princípio do Mundo, Goa ou o Guardião da Aurora, À Procura de Sana, A Sétima Porta, Confundir a Cidade com o Mar, Dança Quando Chegares ao fim (livro para crianças), Os Anagramas de Varsóvia, Ilha Teresa, Hugo e Eu e as Mangas de Marte (livro para crianças), A Sentinela e Se Eu Fosse (livro para crianças). Zimler já ganhou diversos prémios, incluindo o National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Hora do Conto - Contando...espalharei por toda a parte



A Professora Cristina Araújo dinamizou mais uma hora do conto na Biblioteca da Escola Sede, desta vez com a leitura de histórias do livro "7x25 Histórias da liberdade" de Margarida Fonseca Santos e Inês do Carmo. No final, os alunos desenvolveram algumas atividades alusivas ao 25 de abril e aos símbolos da liberdade.
Como forma de motivar os alunos para a vinda do escritor João Pedro Mésseder, a professora leu excertos da obra "De umas coisas nascem outras". 

Encontro com o escritor João Pedro Mésseder

Apresentação do seu último livro  dia 14 de abril na Biblioteca:


Sinopse
A dado momento, um pedacinho de tronco de árvore descobre-se lápis, um dedal de água do rio descobre-se floco de neve e, num ecrã ou teclado de telemóvel, um dedo polegar descobre-se instrumento de escrita. De umas coisas nascem ouras. A Lua afinal é um botão, a chama é uma bandeira e a pantufa, mesmo nova, tem sempre um ar de coisa velha.
Este livro, que pode ser lido começando por qualquer página, fala destes e doutros assuntos. Ah, é verdade, e há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa… Tudo continua a ser outra coisa.


João Pedro Mésseder, pseudónimo literário de José António Gomes
Nasceu em 1957, no Porto, e aí completou os seus estudos universitários. Publicou livros de poesia como A Cidade Incurável (1999), Ordem Alfabética (2000), Fissura (2000, Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho), Espuma (2001) e À Noite as Estrelas Descem do Céu (2002). É ainda autor de livros ilustrados para crianças: Versos com Reversos (1999, nomeado pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil para a «Lista de Honra do IBBY» de 2000), De que Cor é o Desejo? (2000), A Couve, as Calças e o Burro (2004) e Não Posso Comer Sem Limão (2004).

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Efeitos Nefastos da Exposição ao Ruído

Decorreu no dia 7 de abril, na Biblioteca Escolar, uma palestra sobre os efeitos nefastos da exposição ao ruído. Esta palestra foi dinamizada pela Dr.ª Helena Silveira, médica especialista em Otorrinolaringologia no Hospital de S. João do Porto. Estiveram presentes os alunos do 8ºF e 8ºG acompanhados pelas Professoras Sónia Botelho e Sónia Silva e ainda os alunos do 8ºC que integram o clube das ciências.  
Esta atividade insere-se no projeto "Do sonómetro à mesa" que está a ser desenvolvido na escola, no âmbito do concurso "Ciência na Escola" da Fundação Ilidio Pinho e que tem como grande objetivo a sensibilização dos alunos para as consequências na audição da constante exposição ao ruído.








quarta-feira, 23 de março de 2016

Páscoa Feliz

A equipa da Biblioteca Escolar deseja a toda a comunidade educativa uma Páscoa Feliz recheada de doces leituras!



segunda-feira, 21 de março de 2016

Dia Mundial da Poesia (21 de março)

No dia mundial da Poesia, partilhamos com toda a comunidade educativa um poema da autora que venceu o concurso para atribuição de um autor à biblioteca da escola sede, na Semana da Leitura de 2016.


Quando

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta 
Continuará o jardim, o céu e o mar, 
E como hoje igualmente hão-de bailar 
As quatro estações à minha porta. 

Outros em Abril passarão no pomar 
Em que eu tantas vezes passei, 
Haverá longos poentes sobre o mar, 
Outros amarão as coisas que eu amei. 

Será o mesmo brilho, a mesma festa, 
Será o mesmo jardim à minha porta, 
E os cabelos doirados da floresta, 
Como se eu não estivesse morta. 

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Dia do Mar' 

domingo, 20 de março de 2016

Encontros...

Durante toda a Semana da Leitura, vários escritores visitaram as escolas do 1º ciclo do nosso Agrupamento e estiveram presentes em diferentes encontros com os mais pequenos. Assim:

  • Manuela Leitão: esta autora encontrou-se com todas as crianças do ensino pré-escolar, tendo estado presente em todos os Jardins de Infância do Agrupamento (Susão, Boavista, André Gaspar, Nova, Calvário, Ilha, Estação e Valado), nos dias 14, 15 e 17 de março. A obra da escritora trabalhada pelas educadoras de infância foi Poemas da horta e outras verduras. A propósito dela, foram apresentados alguns poemas e canções pelas crianças à escritora, que conversou sobre os legumes, apresentando-os e lendo alguns poemas.




  • João Pedro Mésseder: os encontros com este escritor decorreram nas Escolas Básicas do Valado e da Boavista, no dia 15 de março. Os alunos do 1º ciclo prepararam atividades diferenciadas com que presentearam o escritor. As sessões foram diferentes, de acordo com as faixas etárias dos alunos e as obras abordadas.

  • Filipe Monteiro: O menino que sonhava salvar o mundo foi o título da obra escolhida pelas professoras das Escolas Básicas da Estação, do Valado e do Calvário para ser trabalhada com os alunos do 1º ciclo. Assim, foi com grande agrado que o autor foi recebido nas escolas nos dias 17 e 18 de março. Durante os encontros, os alunos foram surpreendidos com leituras de alguns excertos da obra e com verdadeiros momentos de magia...












sexta-feira, 18 de março de 2016

Lisons Le Film....

14 a 18 de março

Ao longo da semana, os professores de Francês exibiram, em contexto de sala de aula, os filmes:



O menino Nicolau - 7ºano
Amigos Improváveis - 8ºano
Gaiola Dourada - 9ºano










Esta iniciativa está integrada no projeto "Ler o Mundo" e promoveu a utilização de alguns DVD
adquiridos recentemente com a verba deste projeto.










Salas de autores

Durante os meses de fevereiro e março, os professores do Departamento de Línguas juntamente com a biblioteca escolar redecoraram a escola.
Assim, foi atribuído um autor a cada sala de aula e os professores orientaram os seus alunos na execução de trabalhos referentes aos respetivos autores, decorando as salas, que ganharam alma e ficaram, sem dúvida, mais bonitas.

Parabéns para todos!

quinta-feira, 17 de março de 2016

Leituras a par com estilo


No dia 17 de março, estava prevista a atividade de leitura expressiva: "Leituras a par com estilo".
Apenas compareceu o par formado pela aluna do 6º E, Mariana Dias Marques, e pela sua mãe, Lúcia Dias Marques. Este par leu e encantou com o texto que, pela sua pertinência, aqui reproduzimos.


O Olhar do professor - Rubem Alves

Walt Whitman conta o que sentiu quando, menino, foi para a escola:

Ao começar os meus estudos, agradou-me tanto o passo inicial, a simples consciencialização dos factos, as formas, o poder do movimento, o mais pequeno insecto ou animal, os sentidos, o dom de ver, o amor – o passo inicial, torno a dizer, assustou-me tanto, agradou-me tanto, que não foi fácil para mim passar e não foi fácil seguir adiante, pois eu teria querido ficar ali a vaguear o tempo todo, cantando aquilo em cânticos extasiados.

Nietzsche disse que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É a primeira tarefa porque é através dos olhos que as crianças, pela primeira vez, tomam contacto com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm que ser educados para que a nossa alegria aumente.

Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didáctica – mas, por mais que me esforce, não me consigo lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação.

Por isso, lhe digo: Professor: trate de prestar atenção ao seu olhar. Ele é mais importante que os seus planos de aula. O olhar tem o poder de despertar ou, pelo contrário, de intimidar a inteligência. O seu olhar tem um poder mágico!

O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança florescer ou murchar. Ela continua lá, mas recusa-se a partir para a aventura de aprender. A criança de olhar amedrontado e vazio, de olhar distraído e perdido. Ela não aprende. Os psicólogos apressam-se em diagnosticar alguma perturbação cognitiva. Chamam os pais. Aconselham-nos a mandá-la para uma terapia. Pode até ser. Mas uma outra hipótese tem que ser levantada: que a inteligência dessa criança – que parece incapaz de aprender –, tenha sido petrificada pelo olhar do professor.


Por isso lhe digo, professor: cuide dos seus olhos…


Rubem Alves


Gaiolas ou Asas
A arte do voo ou a busca da alegria de aprender
Porto, Edições Asa, 2004

(excertos adaptados)